Nunca imaginei….

A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa… e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita. Mario Quintana

29.1.08

Música do dia

Strangers In The Night
>> Frank Sinatra

Strangers in the night exchanging glances
Wond’ring in the night
What were the chances we’d be sharing love
Before the night was through.
Something in your eyes was so inviting,
Something in your smile was so exciting,
Something in my heart,
Told me I must have you.
Strangers in the night, two lonely people
We were strangers in the night
Up to the moment
When we said our first hello.
Little did we know
Love was just a glance away,
A warm embracing dance away and -
Ever since that night we’ve been together.
Lovers at first sight, in love forever.
It turned out so right,
For strangers in the night.

criado por carolnog    22:41 — Arquivado em: Sem categoria

8.1.08

Parando pra pensaar……

Não entendo porque que toda vez que alguém pergunta “te acordei” ao telefone quando estamos dormindo, mentimos. O que queremos esconder? Que a gente dorme?
Não entendo porque que eu posso pagar um CD no caixa da loja de CD, um livro no caixa da livraria e um pão no caixa da padaria, mas não posso pegar um remédio na farmácia e pagar no caixa da farmácia e ir embora. Sempre tenho que colocar o remédio numa cestinha azul, retirar a notinha, levar a notinha noutro lugar, pagar, depois pegar o remédio, etc. Que merda é essa? Passa-ou-repassa?
Não entendo porque o Word tenta sempre me convencer a escrever coisas que eu não quero. Ás vezes eu quero dizer o “seguinte” e ele insiste em dizer “segunda-feira”.
Não entendo show ao vivo, quando o cantor fala “agora só vocês” e pára de cantar. Não foi pra isso que a gente pagou? Eu pelo menos fui lá pra ver o cara cantar, não pra participar do maior karaokê do mundo. É a mesma coisa que o cozinheiro sair de trás de um restaurante dizendo “agora só vocês! Bota o arroz na panela! Isso! Mistura! Tá bonito…”.
Não entendo mulheres que trabalham distribuindo panfletos de imobiliária no meio da rua. O que as faz pensar que elas vão conseguir me convencer a comprar um apartamento na Barra? Não é só porque eu estou andando de carro na rua que eu estou procurando apartamento. Eu tenho uma casa e pretendo voltar pra ela. Aliás, foi de lá que saiu o carro. Não entendo uva-passa. Quem foi o primeiro filho da puta que pensou “Mmm. Uva é bom. Será que fica melhor podre?”.
Não entendo ovo de páscoa. Um coelho que bota um ovo, de chocolate, que a gente embrulha feito um abacaxi e, pra coroar, penduramos no teto. Pra quê, meu deus, pendurar isso no teto? Será que esse era o lugar mais provável pra se procurar esse tipo de coisa?
Não entendo porque que é impossível redobrar um mapa rodoviário à sua forma original.
Não entendo o que se faz com um origami depois que ele fica pronto. Amassa? Isso não seria MAIS origami?
Não entendo a Baby Consuelo. Aonde ela começa? Aonde ela termina? Bem, agora que essas questões finalmente estão expostas, mudanças virão à superfície. O mundo como conhecemos deixará de existir e a nossa sociedade nunca mais será a mesma. Viva a revolução!

hauahuahauhauhauhahuahahauhau

 roubado do blog do comediante Fernando Caruso.. rssrsrrs.. muito bom..

criado por carolnog    19:45 — Arquivado em: Sem categoria

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Am I a spambot? yes definately
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