Nunca imaginei….

A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa… e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita. Mario Quintana

25.4.08

Inacreditável!!!!!

"O responsável pela morte de Isabella Nardoni, de 5 anos, teve o cuidado de escolher o local onde ela cairia. O promotor Francisco José Taddei Cembranelli afirmou que se o assassino tivesse jogado a menina pela outra janela, a do quarto da própria Isabella, e não do quarto dos irmãos, a menina teria sofrido muito mais danos.
-se ela tivesse sido arremessada, cairia no granito, os danos físicos seriam muito maiores. Se fosse um monstro como dizem os indiciados, ele arremessaria de qualquer lugar, de qualquer jeito. A Isabella foi delicadamente, se é que se pode usar esse termo, introduzida no buraco feito na tela e foi suspensa por um certo tempo pelas mãos- afirma o promotor. (…) …" O GLOBO online

 OK .. O que dizer de tamanha falta de vergonha na cara… vamos comentar frases…

…."a menina teria sofrido muito mais danos’.. Gente, a menina morreu!! aloooww!!!!!!MORREU……. com danos ou menos danos….. eles achavam que ia acontecer oque? ela ia pousar na grama por causa da "delicadeza com que foi jogada" e sumir da vida deles sem que niguém sentisse falta???? POR FAVOR……

" Se fosse um monstro como dizem os indiciados, ele arremessaria de qualquer lugar, de qualquer jeito"

SE fosse um monstro.. SE…  realmente… um monstro se quizesse jogar jogava com gosto.. não com covardia que nem esses amadores de assassinato de crianças…. (por favor entendam o tom irônico do comentário..)…

 é isso… num gosto de julgar niguém .. maaasss…

criado por carolnog    10:45 — Arquivado em: Sem categoria

23.4.08

O sobrevivente

O SOBREVIVENTE

Impossível compor um poema a essa altura da evolução da humanidade.
Impossível escrever um poema - uma linha que seja - de verdadeira poesia.
O último trovador morreu em 1914.
Tinha um nome de que ninguém se lembra mais.

Há máquinas terrivelmente complicadas para as necessidades mais simples.
Se quer fumar um charuto aperte um botão.
Paletós abotoam-se por eletricidade.
Amor se faz pelo sem-fio.
Não precisa estômago para digestão.

Um sábio declarou a O Jornal que ainda falta
muito para atingirmos um nível razoável de
cultura. Mas até lá, felizmente, estarei morto.

Os homens não melhoram
e matam-se como percevejos.
Os percevejos heróicos renascem.
Inabitável, o mundo é cada vez mais habitado.
E se os olhos reaprendessem a chorar seria um segundo dilúvio.

(Desconfio que escrevi um poema.) 

                                                                             Carlos Drummond de Andrade

criado por carolnog    17:15 — Arquivado em: Sem categoria

16.4.08

Post Atrasado.. heeh

Páscoa ao redor do mundo pode ter mesma data e vários sentidos

A comemoração da páscoa pode significar muita coisa. Em todo o mundo a páscoa acontece na mesma época, mas não pelos mesmos motivos. O evento que hoje simboliza mais de 20 toneladas de chocolate anualmente no Brasil, costumava ter outro significado para os diferentes povos e denominações religiosas. Cada país ou cultura passa a páscoa do seu jeito.

Os sinos das igrejas na Bélgica não tocam entre a sexta-feira santa ao domingo de páscoa. De acordo com a lenda, eles não tocam por que viajam para Roma e na volta deixam cair ovos de páscoa para que as crianças. No nosso País o hábito é de malhar o Judas e encenar a Paixão de Cristo. Na Rússia os cristãos se cumprimentam dizendo “Cristo ressuscitou” e o outro responde “Ressuscitou realmente”.

A aluna de Direito, Anny Schwamback, conta a páscoa na Alemanha. “Minha avó é alemã, e lá eles fazem pães de batata na páscoa e tomam muito vinho. Além das muitas festas da igreja luterana que minha avó participa.”

Enquanto isso, os chineses têm o Ching Ming. Eles deixam doces e refeições nos túmulos dos ancestrais para que estes fiquem contentes com seus descendentes. Na Índia, os hindus lembram o surgimento do deus Krishna com a festa Holi.Já o estudante do de Administração, Ricardo Afonso, nasceu em Guiné Bissau e conta que as pessoas costumam ir para a praia festejar, e que o hábito de comprar ovos de páscoa não existe em sua terra natal.

As crianças americanas fazem anualmente uma caça ao ovo. Os pais cozinham, decoram e escondem os ovos para que as crianças brinquem de procurá-los.

Apesar dos costumes em cada país, o significado da páscoa decorre de diferentes denominações. Existem três visões básicas de Páscoa. A do judaísmo, a do cristianismo e a do paganismo.

A palavra Páscoa vem do hebraico pessach e significa passagem. Para os judeus a festa se refere á libertação do povo de Israel do Egito. Na noite da saída dos israelitas, o povo foi instruído a imolar um cordeiro e molhar os umbrais da portas com o sangue. A passagem que dá nome ao evento é a passagem do anjo da morte pela casa dos hebreus e dos egípcios, que levaria os primogênitos das famílias que não tinham sangue de cordeiro nos umbrais, conforme o Antigo Testamento.

O aluno do 2ºano de Pedagogia, Davi Santos, conta um pouco dos costumes judaicos na páscoa. “Meu Avô é muçulmano e comemora a páscoa judaica. Durante uma semana ele te uma alimentação diferente, com pães asmos e ervas amargas. Ele não é obrigado a usar roupas típicas dos judeus, mas usa na semana da páscoa.”

A morte e ressurreição de Cristo aconteceu no período da páscoa judia. A partir daí a Páscoa dos cristãos passou a ter um significado diferente da dos judeus. Os cristãos começaram a honrar ressurreição de Cristo no domingo de páscoa, e associaram Cristo como o cordeiro de Deus imolado que livra a humanidade da morte.

O terceiro significado básico da festa que acontece entre março e abril é o dos pagãos. Eles festejam o fim do inverno e o começo da primavera. A deusa da primavera, Ostera, é simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente ao redor dos seus pés. De Ostera veio a palavra Easter para Páscoa em inglês e Ostern em alemão.

Quanto aos ovos do coelhinho da páscoa, uma lenda diz que o coelho de páscoa era um belo pássaro de Ostera que um dia transformou-se. Como o coelho ainda era pássaro continuava a construir seu ninho e enchê-lo de ovos.

O hábito de dar ovos de páscoa veio desta crença. Com o passar do tempo, os povos foram adaptando os costumes dos ovos e dos coelhos às suas doutrinas. Por exemplo, o ovo passou a simbolizar o túmulo de Jesus para alguns. E o coelho é símbolo da Lua, astro que marca a chegada da primavera, para outros.

A páscoa hoje resume todas as culturas numa só: a do ovo de chocolate. “Hoje vivemos uma banalização da páscoa agravada pelo comércio. Já que essa miscigenação de culturas é conveniente pro comércio, as propagandas e os gastos sustentam o costume. Se não houvesse um incentivo consumista pras festas, talvez não houvesse mais natal nem páscoa. É um mal necessário.” analisa o professor do curso de Teologia Vanderlei Dorneles.

Para o aluno do terceiro ano de pedagogia Luiz Cardoso o sentido da páscoa não é mistério para o povo. “O pessoal sabe o que a páscoa representa, mas o comércio fala mais alto sempre e elas preferem não falar nada.”, comenta.

                                                                                                 Carolina Nogueira

criado por carolnog    15:57 — Arquivado em: Sem categoria

15.4.08

O que você vai ser quando crescer?

Faltavam 40 minutos para a meia noite e o casal de idosos já estava à caminho da casa do terceiro filho. Ainda tinham que comparecer na casa de mais um. Na verdade dois, mas o primogênito não convidou os pais para o réveillon .

O rádio no carro contava como ia a festa na Avenida Paulista e os velhinhos começaram a rir juntos. Lembraram-se da vez que toda a família, resolveu encarar a aventura. E que aventura!

O caçula se perdeu na multidão. As gêmeas brigavam pelo direito de estourar a champagne, enquanto a tia passava mal por causa do calor e o segundo filho paquerava umas caipiras que encontrou no meio daquele povo todo. O primogênito nem foi na festa . No auge da adolescência, terminou a discussão com o clássico “Ninguém me entende !” e passou o ano novo em casa.

Tudo dentro do normal. Com tanto trabalho era difícil passar tempo junto. A família se habituou ao esquema cada um por si e o pai por todos. Certamente se referindo ao dinheiro que o pai adquirira trabalhando… Até de mais na opinião das crianças.

Mais tarde descobriram que o caçula estava vendendo doces e ainda caçava latinhas de refrigerante para trocar no ferro velho. “O tio Alfredo disse que isso é capitalismo, o que esse menino faz. Num brinca de outra coisa senão mercadinho, cambista. Só brinca de passa anel se o anel for de ouro.” Comentou o pai orgulhoso e um pouco preocupado.

 
Naquele dia teve de tudo, menos champagne. As meninas brigaram, brigaram e no fim derrubaram a champagne na cabeça de um bêbado que tentou abordá-las.

A paquera do menino terminou com um bom puxão de orelha, daqueles que ardem até na alma. – Menino sem vergonha. Nem saiu direito das fralda já tá achando que é gente? Rapa pra casa moleque safado.

Depois de recuperada a tia sentiu falta de gente da família. - Onde está o Henrique?- perguntou surpresa. – Ele gostava tanto desta bagunça de festa quando pequeno…-. A mãe respondeu sem se incomodar muito– É né, tia Rute..?! Ele anda sumido, mas agente nem se preocupa. Nunca precisou de ninguém pra nada… - feito o comentário, a mulher descarregou a consciência o voltou a apreciar a festa.

- Tá tudo diferente mas tá tudo igual né, Carlos?!- disse a senhora saindo das memórias e filosofando um pouco, coisa que todo mundo faz depois de cinqüenta anos, cinco filhos e quatro ceias de réveillon… 

Por mais atordoada que a noite tivesse sido, a  velhinha começou a refletir profundamente no fim que levou a sua prole. Estava acostumada à personalidade deles, mas ao destino que tomaram era difícil de se acostumar.

O caçula se perdeu na multidão dos investimentos e do dinheiro. Apostou,trocou,vendeu, perdeu. Perdeu tudo o que tinha. Entrou em depressão. Por essa o pai não esperava. Agora devia se preocupar de verdade.

As gêmeas pararam de brigar. E pararam de ser gêmeas também. Decidiram ser diferentes. Cansaram de dividir roupa, festa de aniversário, brinquedo, atenção, elogio, carinho, méritos. Uma delas comemora o aniversário três dias depois do nascimento. O negócio ficou trágico quando cansaram de dividir o mesmo recinto.

O segundo filho resolveu usar a lábia em outros empreendimentos. Seguiu caminho diferente que o do irmão mais novo. Bem sucedido, casado, pai de uma menina. Aliás, muito bem sucedido, mal casado e pai da…. Como é mesmo o nome dela? , indagou o pai na durante a ceia em particular – Deixa isso quieto, pai! Minha relação com ela é só bancária – bradou o infeliz homem de negócios.

-O quê tínhamos na cabeça de adotar quatro crianças, Carlos? E hoje elas nem se falam mais.No final nosso maior orgulho é Henrique, que não é primogênito na verdade.

As memórias agora foram outras. Primeiro o menino pedindo um irmãozinho, depois obrigando o pai a levar a família para a avenida paulista mesmo que não houvesse lugar para ele no carro. Na época o pai não entendia o que ele queria dizer com “eu já tive meus caprichos…”. Lembrou-se por fim de todas as vezes que o menino substituiu o pai enquanto esse trabalhava pelo sustento.

Já passara da meia noite e no rádio, “Use Filtro Solar” parecia decifrar o primogênito: Dedique-se a conhecer seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e provavelmente quem vai sempre te apoiar no futuro…

                                                                                                   Carolina Nogueira

Apoio e colaboração: Ralf

criado por carolnog    13:34 — Arquivado em: Sem categoria

14.4.08

Sinto Vergonha de Mim

SINTO VERGONHA DE MIM

Sinto vergonha de mim…
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o “eu” feliz a qualquer custo,
buscando a tal “felicidade”
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos “floreios” para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre “contestar”,
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer…

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro !

***

” De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto “.

(Rui Barbosa)

http://www.rolandoboldrin.com.br/video/

criado por carolnog    14:54 — Arquivado em: Sem categoria

Tenho um negócio nada a ver pra falar…. mas como o blog é meu  eu vou flar mesmo assim..

 Meu já parou pra pensar que só as mulheres tem que concilkiar carreira profissional e matrimônio, maternidade? Já percebeu. O homem não tem esse tipo de problema. Ou ele segue carreira ou ele segue carreira! E além disso ou ele casa ou ele casa!!!! Tudo é muito simples pra eles……

 Eu poderia justificar acusando a mulherada de querer dar palpite na política, na economia, no trabalho… aí deu no que deu agora as mulheres estão no mercado de trabalho e ainda tem que cuidar da casa dos filhos e do marido….. Maaaas…..não é bem assim.. serei um pouco mais feminista!

 Na verdade as vezes acho que nós não temos culpa de sermos capazes de fazer tudo que os homens fazem melhor do que eles e um pouco mais…

 Mas a questão é que eu acho isso uma grande injustiça!! …

criado por carolnog    14:32 — Arquivado em: Sem categoria

7.4.08

“Piada sem graça…”

"Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos.

Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena.

Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os que ficam.

A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.

Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da
tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?

Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.

De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.

Qual é? Morrer é um cliche.

Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em
casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.

Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas
cuido eu.

Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e
morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
Isso é para ser levado a sério?

Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.

Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.

Só que esta não tem graça. "

                                                                                        Pedro Bial

 

É  possível outra conclusão se não a de que o homem não foi feito pra morrer?

Graças a Deus pela esperança que move… Se pararmos pra pensar na morte fik difícil entender a vida…….

criado por carolnog    18:07 — Arquivado em: Sem categoria

2.4.08

A Menina Afegã

Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética.

Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista e do mundo. No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota.

O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome.

Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.

Obtido em http://pt.wikipedia.org/wiki/Sharbat_Gula

 

É impressionante essa sequência. Por mais que um teste da íris da menina tenha sido feito para comprovar se eram a mesma pessoa, é evidente que são a mesma pessoa. A mesma boca, o mesmo olho, o mesmo olhar, marcas de envelhecimento inevitáveis. Apesar da tristeza mais concretizada, ainda resta a desconfiança de que existe esperança em algum lugar . Documentários, críticas, fama mundial, é quase óbvio dizer que isso é na verdade uma foto que fala. E como quando um fala o outro escuta, não há quem não fique sem palavras diante da monalisa do século XX. 

 

criado por carolnog    17:13 — Arquivado em: Sem categoria

1.4.08

A moda agora é….

 Olá frequentadores  (fantasmas) do meu blog  pra vossa alegria eu estou de volta!!…..

 Volto transformada… Universitária..( noooosa)… sonhos realizados…  relativamente ocupada.. heheh                           

 Bom esse post é sobre uma nova moda. Na minha opinião a moda que mais vale a pena. A moda agora é ser nerd.

 Uma reportagem da Superinteressante explica como que o carade óculos e aparelho e espinhas na cara que vc batia quando era criança virou o cara que te dá um pau no mercado de trabalho, na mídia, na internet, e de certa forma  entra as mulheres (pelo menos pra mim, heheh).

O LETRADO , programa semanal da Unasp FM também discutiu o assunto, em breve a matéria será disponibilizada na internet.

ta aqui o link.. a matéria é muito boa

http://super.abril.com.br/revista/245/materia_revista_256871.shtml?pagina=1

criado por carolnog    11:31 — Arquivado em: Sem categoria

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